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4ª Nota Informativa – NATIVOS DIGITAIS: formas de pensar, viver e sentir

 

NATIVOS DIGITAIS: formas de pensar, viver e sentir

 

 

 

Nos últimos 100 anos, vimos surgir várias gerações com características distintas: os Tradicionalistas, nascidos entre o virar do último século e o fim da Segunda Guerra Mundial (1900-1945), os Baby Boomers (1946-1954), que são a maior população alguma vez nascida, os da Geração X (1965-1980), população pequena, mas muito influente, e os Millenials[1], que surgem desde 1980 (Rosenau, 2010).

Estes últimos, nascidos e criados na altura em que as tecnologias digitais sociais apareceram on line, são o que Mark Prensky (2001) optou por denominar de Nativos Digitais. Estes jovens originaram uma grande descontinuidade, pois pensam, vivem, sentem, aprendem e trabalham de forma diferente, sendo essa descontinuidade fruto, entre outros fatores, da chegada e rápida disseminação das tecnologias digitais nas últimas décadas do século XX (Selwyn, 2013).


[1] As designações são várias: Nativos Digitais (Prensky, 2001), Millenials (Oblinger, 2003), Geração Net (Tapscott, 1999), e ainda Geração Y, Screenagers ou Geração Google (TORRES e MARCIALES-VIVAS, 2008). Tudo remete ao mesmo: a primeira geração que cresce rodeada de tecnologia digital e para quem a tecnologia não representa qualquer ameaça, mas antes uma envolvente completamente natural da experiência quotidiana. Sabem trabalhar em equipa e privilegiam atividades experimentais, caraterizam-se por realizar múltiplas atividades ao mesmo tempo, orientam-se por metas, atitudes positivas e estilo colaborativo. A imediatez e conectividade que os caracterizam exigem um novo paradigma educativo.

 

4ª Nota Informativa - NATIVOS DIGITAIS: formas de pensar, viver e sentir

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Last Updated: 28-06-2017 9:49

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NATIVOS DIGITAIS: formas de pensar, viver e sentir

 

 

 

Nos últimos 100 anos, vimos surgir várias gerações com características distintas: os Tradicionalistas, nascidos entre o virar do último século e o fim da Segunda Guerra Mundial (1900-1945), os Baby Boomers (1946-1954), que são a maior população alguma vez nascida, os da Geração X (1965-1980), população pequena, mas muito influente, e os Millenials[1], que surgem desde 1980 (Rosenau, 2010).

Estes últimos, nascidos e criados na altura em que as tecnologias digitais sociais apareceram on line, são o que Mark Prensky (2001) optou por denominar de Nativos Digitais. Estes jovens originaram uma grande descontinuidade, pois pensam, vivem, sentem, aprendem e trabalham de forma diferente, sendo essa descontinuidade fruto, entre outros fatores, da chegada e rápida disseminação das tecnologias digitais nas últimas décadas do século XX (Selwyn, 2013).


[1] As designações são várias: Nativos Digitais (Prensky, 2001), Millenials (Oblinger, 2003), Geração Net (Tapscott, 1999), e ainda Geração Y, Screenagers ou Geração Google (TORRES e MARCIALES-VIVAS, 2008). Tudo remete ao mesmo: a primeira geração que cresce rodeada de tecnologia digital e para quem a tecnologia não representa qualquer ameaça, mas antes uma envolvente completamente natural da experiência quotidiana. Sabem trabalhar em equipa e privilegiam atividades experimentais, caraterizam-se por realizar múltiplas atividades ao mesmo tempo, orientam-se por metas, atitudes positivas e estilo colaborativo. A imediatez e conectividade que os caracterizam exigem um novo paradigma educativo.